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Hiperatividade, déficit de atenção e doenças oftalmológicas

O Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), mais conhecido como Distúrbio de Déficit de Atenção (DDA), acomete cerca de 3 a 5% das crianças pelo mundo. Na maioria das vezes, esses problemas ocorrem na infância e, depois dessa fase, a intensidade dos sintomas costuma diminuir – isso é claro, se a criança for submetida a um tratamento e acompanhamento profissional.

O que é o Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade?

O transtorno de déficit de atenção com hiperatividade é uma condição na qual os sintomas são caracterizados como desorganização, esquecimento, impulsividade, agitação, dificuldade de se manter focado em uma atividade por um longo tempo e outras características específicas, dependendo do tipo de transtorno.

Quais são os tipos e os sintomas do Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade?

Os tipos de TDAH são nomeados de acordo com as características principais de seus portadores, sendo eles:

  • 1º Predominantemente Desatento;
  • 2º Predominantemente Hiperativo e Impulsivo;
  • 3º Combinado Desatento + Hiperativo (tipo mais comum).

Quais são as causas do Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade?

Hereditariedade

Segundo estudos, a hereditariedade é um grande fator a se considerar como causa do TDAH. Se o pai ou a mãe de uma criança tem o transtorno, as chances dessa criança também o possuir giram em torno dos 30%, caso ambos os pais sejam portadores, a porcentagem aumenta para os 50%.

Quando não há histórico familiar de transtorno de déficit de atenção com hiperatividade, fica ainda mais difícil a detecção do problema, já que as pessoas ao redor da criança não conhecem os sintomas e acabam por compreender mal as atitudes dos pequenos.

Uma vez que majoritariamente os sintomas se apresentam na idade pré-escolar, as crianças acabam sofrendo repressões dos adultos que, diante dos comportamentos apresentados, interpretam que a criança apenas não está se adaptando à nova situação ou é simplesmente desatenta, impulsiva ou desorganizada.

Minha criança realmente tem TDAH ou pode ser outra situação?

Com o grande boom de informações sobre hiperatividade circulando pela internet, redes sociais e aplicativos de mensagens instantâneas, muitas pessoas podem achar que somente por seus filhos apresentarem sintomas relacionados ao TDAH, eles possuem o transtorno. É preciso estar atento e ter cautela porque muitas vezes não é isso que está ocorrendo. Como a hiperatividade costuma se manifestar nos primeiros anos escolares, outra situação pode estar afetando a criança, como por exemplo, alguma doença oftalmológica.

Analisemos a situação: uma criança que sofre de estrabismo (“olhos tortos”) ou “olho preguiçoso” (em que um olho sofre desvio ou desalinhamento), pode muito bem ser agitada, não conseguir manter o foco por muito tempo sobre determinado assunto (a não ser que haja muito interesse por parte dela), cometer vários erros durante as atividades escolares, ser impulsiva e irritada.

Isso acontece porque enquanto seu problema de visão não é diagnosticado, a criança sente-se frustrada e descontente por não conseguir entender o que está se passando nas situações mais corriqueiras do seu dia a dia, como ler um livro. E por ter um mau desempenho na escola, pode acabar sofrendo bullying dos colegas ou pressão por parte dos pais, o que a faz perder o interesse e consequentemente apresentar várias outras atitudes parecidas com os sintomas comuns da hiperatividade, o que acaba gerando os diagnósticos errados.

Por isso, na hora de diagnosticar se uma criança tem ou não transtorno de déficit de atenção com hiperatividade é importante avaliar suas atitudes e respostas em diferentes situações para distinguir se é um comportamento pontual ou não. Essa pesquisa deve envolver pessoas que convivem com a criança em várias esferas sociais. Ao procurar um profissional, é importante já possuir tais informações, pois elas serão um grande auxílio.

Para saber se seu filho possui este transtorno ou não, consulte diversos especialistas, entre eles um osteopata, um oftalmologista e o pediatra da criança.

Você pode estar pensando: mas um osteopata? Sim, um osteopata! Ele saberá analisar todo o conjunto corporal da criança e identificar se existe, por exemplo, algum problema com as funções dos músculos oculares (que podem estar gerando um estrabismo). Se essa for a situação, ele vai proceder com exercícios para melhorar a ligação olho-cérebro, com o fortalecimento dos músculos da região e o acompanhamento de um oftalmologista. Além disso, o osteopata poderá identificar várias outras causas para o comportamento de seu filho ligadas ao funcionamento de seu corpo.

Quer saber mais? Estamos à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficaremos felizes em responder aos seus comentários sobre este assunto.

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